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Pitacos: política brasileira em foco |
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Gangsterismo

Há uma ou duas semanas qualquer previsão isenta sobre a permanência de José Sarney na Presidência do Senado indicava a impossibilidade a sua queda. Lula assumira a defesa do oligarca do Maranhão e enquadrara os senadores do PT e da base aliada, que ensaiavam rebeldia. O quadro mudou. As denúncias de supostas corrupções de Sarney e de sua família não arrefeceram no recesso parlamentar, pelo contrário. E nada indica que cessarão ou que se esgotaram. A opinião pública materializou em Sarney os males dos políticos supostamente corruptos. A imprensa não teve restrições nas denúncias. O Jornal Nacional, da Globo, o veículo de maior audiência no país, divulgou cada uma das denúncias, em detalhes e acrescentou comentários na linha da crítica e do isolamento do ex-presidente. Quando esta emissora e este jornal assumem tais posicionamentos, é porque, como diz o povo, “a coisa está preta”. Lula começou a sofrer desgaste em sua popularidade, pela posição firme de defesa de seu grande aliado. Antes que os percentuais negativos crescessem, o ocupante do Planalto começou a girar de posição. A seu modo, lavou as mãos. Sarney passa a ser um problema exclusivo do Senado. Ou seja, ele que se vire. Se Sarney for apeado da Presidência do Senado, a consequência imediata é a lipoaspiração da influência do seu núcleo, à frente Renan Calheiros, na sucessão presidencial. O PMDB continuará a ter seu papel, menor. Haverá deslocamento de “caciques”, certamente em direção à Câmara dos Deputados. Leia-se, para Michel Temer. O grupo de Renan Calheiros, Sarney incluído, obviamente tenta evitar a queda a todo custo. Se for inevitável, quer cair atirando. Parte para a chantagem contra o governo Lula. A CPI da Petrobras é a moeda de troca, entre a obstrução e o silêncio ou a renúncia aos dois. Quem pariu Mateus que o embale. A aliança com essa gente sempre estará ameaçada toda vez que o governo contrariar seus interesses, de todos os tamanhos e quadrantes. “Ou dá, ou desço”, é o lema. Renan Calheiros e sua trupe partem para retaliar as oposições. Arthur Virgílio, líder do PSDB no Senado, é escolhido como alvo. Várias ações estão prestes a ser protocoladas contra o senador do Amazonas. O objetivo é acuar as oposições, por supostos telhados de vidro que tenham e confundir a opinião pública, na velha cantilena lulopetista, segundo a qual ”todos são iguais”. O PSDB e o Democratas não recuaram. Contam com os ventos altamente favoráveis da opinião pública. Não é difícil deixarem claro que se trata de retaliação pura e simples e de diversionismo. E mais, por que os pemedebistas de Renan não representaram antes no Conselho de Ética, se havia razões para tanto? São cúmplices do que acusam? As atitudes do grupo de Renan Calheiros/Sarney são fruto do desespero. Acuado, sob ameaça concreta de derrota, e consequente esvaziamento de sua força, tenta incendiar o Senado. Não estamos falando de recursos válidos na luta política. Denúncias se resolvem com esclarecimentos, processos, absolvições ou condenações, jamais com denúncias e tentativas de intimidação. A prática do grupo Renan Calheiros/Sarney pode ser caracterizada, ao menos em tese, como gangsterismo político. Uma gang, com práticas nada republicanas vindo à tona, procura dar um abraço de afogados na oposição. O PSDB, o Democratas, não só eles, até por sobrevivência política, não estão entrando no jogo da suposta gang, nem podem fazê-lo. A luta pela republicanização do Senado, e por extensão, do Congresso, materializa-se na luta para apear Sarney do comando do Senado, hoje, aqui e agora. Baixá-la será um erro de enormes proporções, que irá muito além de 2010. Sarney foi jogado no córner, com a guarda quase baixa, devido aos golpes que está recebendo. O nocaute não está longe. Luiz Inácio farejou e faz o que sempre tem feito. Jogar os aliados aos leões, sem mover um único músculo da face. O suposto gangsterismo de Renan e de sua tropa dificilmente prosperará. O gangsterismo político tende a voltar-se rapidamente contra seus promotores, até mesmo na história de um país com costumes políticos não tão avançados, como o nosso. A consequência mais provável das atitudes dessa gente é a saída dos camarotes VIPs do grande estádio da sucessão, para, no máximo, as cadeiras numeradas.
Escrito por pitacos às 12h57
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DEFESA DE SARNEY - Lucia Hipollito
Indicamos e reproduzimos a coluna de Lúcia Hippolito, desta sexta-feira, no blog do Noblat.
A cientista política bate na jugular da relação Lula/Sarney.
Longe de mim pretender dar conselhos a José Sarney.
Sua longa carreira recua até 1954, quando se elegeu quarto suplente de deputado federal pelo PSD. Cria do lendário coronel maranhense Vitorino Freire. Em 1958 rompeu com Vitorino e ingressou na UDN. Foi o início de uma carreira vitoriosa.
Enfant gâté da ditadura, José Ribamar Correia de Araújo Costa (este é seu nome verdadeiro) ocupou todos os postos políticos, foi amigo de todos os coronéis da política e mais ainda dos generais do Exército.
Conseguiu todas as benesses, nomeou amigos para todos os cargos.
Rompeu com a ditadura quando esta caía de podre. Era hora de aderir aos novos tempos.
Aliás, identificar a mudança dos ventos antes de qualquer um é especialidade de José Sarney. Um pioneiro.
Assim foi com Lula. Sarney foi o primeiro dos dinossauros a aderir à candidatura do antigo sindicalista. E aderiu com toda a famiglia.
Ficou a lado de Lula nos momentos mais difíceis do mensalão, quando o escândalo estava batendo à porta do gabinete do presidente. Apoiou Lula na reeleição de 2006.
Apóia a candidatura da ministra Dilma Rousseff. E apoiará seu governo, caso ela venha a ser eleita.
A menos que o vento mude...
Quanto ao presidente Lula, é grato a Sarney. E gratidão é um sentimento que o presidente parece prezar muito.
O apoio de Sarney durante os meses tormentosos do mensalão calaram fundo em Lula.
Por isso, em 2009, ao ver seu aliado afogado em denúncias cada vez mais cabeludas, o presidente estendeu seu manto protetor, afirmando que Sarney não podia ser julgado como um homem “comum”.
Continuou defendendo Sarney, ao tentar intimidar o Ministério Público, afirmando que é preciso ter cuidado com a biografia do investigado.
Mas o presidente Lula tem um limite. E este limite é a perda de sua popularidade.
Nesta hora, Lula retira a rede de proteção sem a menor cerimônia.
Assim foi quando o escândalo do mensalão chegou muito perto de atingi-lo. Atirou ao mar, sem dó nem piedade, companheiros de 30 anos, como Luiz Gushiken, e companheiros responsáveis por sua vitória em 2002, como José Dirceu e José Genoíno.
Fez o mesmo com Antonio Palocci, acusado de mentir no Congresso Nacional e de violar o sigilo bancário do caseiro Francenildo.
Nas eleições de 2006, quando um grupo de petistas foi apanhado tentando comprar um dossiê forjado contra o candidato José Serra, foi o presidente Lula quem, para afastar-se do crime, chamou o grupo de “aloprados”.
E vem dando certo.O cálculo político de Lula o conduz. Apóia quando lhe convém. Retira o apoio quando sente que pode ser pessoalmente atingido. Por isso, longe de mim pretender dar conselhos a José Sarney.
Mas, especialista que é na mudança dos ventos, o velho coronel não pode deixar de estar percebendo que, daqui para frente, vai ter que dar salto triplo sem rede.
A rede foi retirada. Pelo jeito, o dono da rede não quer mais brincar.
Escrito por pitacos às 12h51
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Desespero de causa
 Renan Calheiros e sua tropa ameaçam retaliar as oposições, no Senado. Alardeiam que o saco de maldades é composto por denúncias e propostas de indiciamento no Conselho de Ética. O contra-ataque às oposições é simultâneo à elevação do tom das chantagens com o governo, em relação à candidatura Dilma e à CPI da Petrobras. O círculo político íntimo de Sarney acusa o golpe. O oligarca do Maranhão está nas cordas, cambaleante. Se ele for à lona, Renan e seu grupo serão lipoaspirados em sua influência no processo sucessório. As atitudes do bando são prova de força ou de desespero? Pitacaremos sobre a questão logo mais, no final da manhã.
Escrito por pitacos às 08h46
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Itaipu e a “diplomacia da generosidade”

Irretocável a definição do embaixador Rubens Barbosa sobre a política externa de Lula para a América do Sul. De fato, estamos diante de uma “diplomacia da generosidade”, onde invariavelmente o governo brasileiro abre as pernas para os países vizinhos, sem receber qualquer contrapartida.
É emblemático o novo acordo sobre Itaipu. Lula fez amplas concessões ao Paraguai de Fernando Lugo, em troca do nada. O presidente paraguaio – cuja popularidade está em queda livre – tem muito o que comemorar. Saiu do encontro com um discurso para enfrentar a crise política de seu governo. Pode alardear que finalmente o Paraguai dobrou o “imperialismo” brasileiro e readquiriu sua “ soberania energética.” Os ganhos de Lugo não foram só políticos. Economicamente, a revisão do acordo foi um manjar dos deuses para seu país. O governo brasileiro concordou em triplicar o valor que paga sobre a energia que o país vizinho não consome e vende ao Brasil, que saltará de 120 milhões de dólares para 360 milhões de dólares.
O saco de bondades, com que Lula premiou o “companheiro” Lugo, permite ao Paraguai vender seu excedente energético no mercado livre brasileiro. O Tratado de Itaipu, de 1973, estabelece que ele só pode ser vendido à Eletrobras Abriu uma janela para que, no futuro, o Paraguai venda esta energia a outros países, que jamais colocaram um só centavo em Itaipu.
Sem unanimidade
Registre-se: estas concessões foram feitas contra os pareceres do Ministério das Minas e Energia e da direção da Itaipu Binacional. Mas no governo Lula, as coisas acontecem assim mesmo. A política energética está subordinada à geopolítica que Marco Aurélio Garcia e o chanceler Celso Amorim têm na cabeça.
Curto e grosso: o acordo foi bom para o Paraguai e lesivo aos interesses do Brasil. Ele compromete o planejamento energético do nosso país, que mais à frente poderá ver-se obrigado a realizar novos leilões com a implantação de novas termoelétricas. Prejudica o consumidor brasileiro, cuja conta de luz poderá aumentar em 3%. O mais grave: significa uma revisão do Tratado de 1973, ainda que Lula não admita explicitamente.
Lugo ri à toa
Lugo, em sua campanha eleitoral, acusou o Brasil de ser “imperialista”. Deu como grande exemplo o Tratado de Itaipu. Discurso fácil e de forte apelo. Trata-se de uma grande falácia. O Paraguai entrou com recursos naturais. Não investiu um só centavo na Itaipu Binacional, mas é dono de 50% da energia gerada pela hidroelétrica. Recebe uma quantia fixa pela energia vendida ao Brasil.
O que paga o Brasil poderia ser maior? A resposta é um sonoro não. O Paraguai recebe menos do que seria o adequado num mercado livre, caso também tivesse investido em Itaipu moeda sonante. O valor arbitrado é parte do ressarcimento dos investimentos brasileiros. Precedentes perigosos
Todos os investimentos foram feitos exclusivamente pela Eletrobras, cuja dívida com Itaipu só será zerada em 2023. Qualquer revisão do Tratado, antes desta data, contraria os interesses nacionais. É um crime de lesa-pátria.
As concessões feitas ao Paraguai guardam coerência com a postura adotada pelo governo Lula na sua relação com outros países vizinhos, onde o Brasil fez sempre o papel da mulher de malandro – aquela que gosta de apanhar. Evo Morales ocupou militarmente as refinarias da Petrobras, impunemente. Não sofreu sequer as tradicionais retaliações diplomáticas. Humilhou o governo brasileiro e a Petrobras. A bravata do caudilho boliviano funcionou. Ele conseguiu arrancar concessões substantivas de Lula, na negociação do gás da Bolívia.
O que dizer da humilhação que o Equador de Rafael Correia impôs ao Brasil? Como justificar o mutismo do governo Lula diante das restrições que a Argentina adotou em relação às importações brasileiras? Em todos estes episódios o governo Lula se pautou por um víeis absurdamente ideológico.
Bolivarianos acanhados
A tal da “diplomacia da generosidade” é produto de duas concepções do governo Lula, ambas danosas ao país.
A primeira é a afinidade ideológica do lulopetismo com o projeto “bolivariano” e terceiro-mundista, adotado pelos países vizinhos, sob a batuta de Hugo Chávez. Em um arremedo do “internacionalismo proletário”, os arautos da política externa brasileira – com o aval do presidente Lula - sentem-se na obrigação de prestar sua ajuda aos governos dos “países irmãos”.
Esta seria a sua colaboração concreta para que no futuro exista uma “pátria única” em Nuestra América. Há aqui uma espécie de complexo de culpa do lulopetismo.
Como o pragmatismo de Lula o impede de adotar internamente o modelo “chavista”, nosso presidente quer purgar seus pecados com concessões descabidas aos governos populistas da América Latina.
A quimera do Conselho de Segurança
A segunda concepção é a crença de que tais concessões pavimentarão a estrada que levará Lula e o Brasil a se tornarem os grandes líderes da região. É uma monumental bobagem. Apesar de todas as concessões, os países vizinhos não assinam em baixo sequer do sonho do governo brasileiro de ter um assento no Conselho de Segurança da ONU.
Quem se afirma como liderança dos países de governo populista é Hugo Chávez, graças ao poder de cooptação do petróleo venezuelano.
Resistir é preciso
A consequência da “generosidade” lulopetista é o aumento da cobiça dos países vizinhos. Suas pressões econômicas e diplomáticas, sob o manto “bolivariano” e da “reparação” de supostas injustiças brasileiras, têm obtido vitórias sucessivas. O lado brasileiro, invariavelmente, volta das negociações com o saco vazio.
As oposições não podem deixar passar incólume a violação do Tratado de Itaipu, com as consequências e precedentes que acarreta.
Não se trata da discussão das possibilidades de o desastre Lula/Lugo ser revertido no curto prazo, mas do soerguimento de barreiras contra os crimes que o governo de Lula vem perpetrando contra os legítimos interesses brasileiros na América Latina.
Escrito por pitacos às 12h26
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Pitacadas, 26/7/2009

A dignidade de José Alencar

Ele enfrenta um câncer dos mais agressivos.No nível pessoal, tem dado exemplo de resistência.
Agarra-se à vida e se submete a tratamentos no mínimo complexos, com a maior dignidade.
Ao entrar e sair do hospital, para as inúmeras cirurgias, consegue transmitir tranquilidade e otimismo.
Nossa torcida é pela sua recuperação e pelo restabelecimento da qualidade de vida, pela qual luta tanto.
José Alencar, Vice-Presidente da República, dá um exemplo de como um homem público deve conduzir uma questão pessoal, da máxima gravidade.
Falemos claro. Ao contrário da dupla Dilma Roussef/Luiz Inácio, Alencar não busca a fatura de sua doença, em termos da sensibilização dos brasileiros com finalidades político-partidárias-eleitorais. Não se rebaixa ao populismo rastaquera.
Não se ouve uma só palavra da boca de Alencar, nessa questão, que não sejam os informes realistas, no possível, de sua situação e o exemplo comovente de sua luta pela vida.
Água pelo ladrão

O recesso parlamentar não refrescou a vida de Sarney, pelo contrário.
Denúncias e mais denúncias jorram pelo ladrão. Ninguém faz idéia de quando elas vão parar.
Lula pode ser vitorioso – até agora está sendo – na manutenção do ex-presidente no comando do Senado. O custo é alto, tanto em setores da base governista, de olho em 2010, como na opinião pública.
As próximas pesquisas da popularidade do Presidente poderão falar mais alto para ele do que os acordos com o PMDB.
O fato é que Sarney já não comanda o Senado, de fato e não há como ser restabelecida sua autoridade. Ele pode continuar sendo um dos altos cardeais do PMDB, e por tabela, do lulopetismo.
É fato que a maior parte do seu tempo político será consumido, nesses tempos vindouros, em sua defesa. Ao mesmo tempo, será um prato cheio para a imprensa investigativa, para os ataques da oposição, que resgata a bandeira da ética na política, e para os primórdios da campanha eleitoral
A idéia da situação do oligarca do Maranhão é um barril furado, que vaza pelo ladrão. Lula e sua gente tenta, tenta, perigosamente segurar a barra.
Não é e não será nada fácil.
Honduras, só negociando

A ONU e a OEA condenaram cabalmente o golpe de estado que destituiu o presidente Zelaya. Exigiram sua reintegração incondicional, na presidência de Honduras.
No entanto, essas organizações apoiaram a mediação do presidente da Costa Rica, Oscar Arias. As partes concordaram. Reuniram-se os representantes do auto-nomeado governo hondurenho e do governo deposto.
Na prática, a ONU e aEA indicaram o caminho da negociação, entre as forças de fato.
O mediador apresentou uma proposta que tem dois pontos essenciais:
a) a formação de um governo provisório, com a participação de Zelaya e de representantes de todos os partidos políticos, um governo de unidade e reconciliação nacional;
b) convocação de eleições presidenciais para novembro, sob supervisão internacional.
A representação do auto-proclamado governo hondurenho aceitou a proposta. Os representantes do presidente deposto, não.
Os resultados da proposta mediadora não interessam a Zelaya. Embora participe do Executivo, teria de compartilhá-lo com representantes das demais forças políticas. Não poderá se candidatar em novembro. A Constituição hondurenha não comporta a reeleição.
Dentre os golpistas, as forças claramente inclinadas para o autoritarismo perderiam. A convocação imediata de eleições cortaria na raiz qualquer pretensão anti-democrática, pelo menos de curto prazo.
Zelaya não aceitou ser apeado do poder. Pulou fora das negociações. Partiu para as ameaças de confronto e de deflagração de uma guerra civil. A comunidade internacional esfriou seu apoio, exceto, claro, os chavistas.
Duas forças, de fato, estão em conflito, ambas com raízes na sociedade hondurenha. Nessas condições, a rendição incondicional de uma delas tem muito pouca chance de prosperar.
Como em quase todo lugar e hora, negociações e concessões de parte a parte têm sido o caminho do sucesso.
Escrito por pitacos às 12h03
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