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Pitacos: política brasileira em foco |
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Pitstop

Não se deve estranhar a ausência de Tibério Canuto nos debates em curso neste blog. Ele deu uma parada, um pitstop, para turbinar sua saúde física. A parada já estava programada faz tempo. Tibério estará de volta, novinho em folha, no começo da semana. Correspondências para o blogueiro podem ser enviadas para pitacos@uol.com.br. Recomenda-se que os missivistas apresentem boas notícias, apenas (Antônio Sérgio Martins).
Escrito por pitacos às 18h02
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Ato em prol da libertação de Ingrid Betancourt
Pitacos recebeu este email, reproduzido na íntegra:

ATO INTER-RELIGIOSO E FILOSÓFICO Em prol da libertação de Ingrid Betancourt
02 de Maio (sexta-feira) às 17:00hs No Memorial da América latina Av. Auro Soares de Moura Andrade, 664 próx. metrô Barra Funda - SP
- Apresentação de: BUDISTAS: Monja Cohen
BRHAMMA CUMARIS: (Indianos) luciana Ferraz
HARE KRISHNA : Suramo Boris
FÉ BAHAI
JUDEUS
PRESBITERIANA INDEPENDENTE:
ESPIRITUALISTA: Paullo
CATÓLICA: Camacho
CANDOMBLÉ: Dr. José Mendes Guelejô Adelabu III - Soba H.R.H Obá
MESSIÂNICA
JAPONESA SEICHO-NO-IE Foram convidados 27 líderes religiosos e representantes dos comitês Internacionais!
Você pode comprar sua camiseta pelo site www.liberteingrid.org.br e ajudar na campanha de libertação!
Vista a sua e compareça!
Escrito por pitacos às 01h33
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Kassab e Serra: xeque em dose dupla

Ao se aliarem ao PMDB de Orestes Quércia na disputa da prefeitura de São paulo, Kassab e Serra conseguiram dar um xeque de rainha e cavalo em dois jogadores, ao mesmo tempo.
O primeiro xeque teve como alvo a candidatura de Geraldo Alckmin, agora condenada a procurar aliados de menor expressão e de menor tempo televisivo, sem falar nas enormes pressões que receberá para desistir da disputa. Agora os riscos do tucano ser aniquilado pelo fogo amigo nunca foram tão reais.
O segundo xeque foi aplicado em outro tucano. Aécio Neves apresentava, como seu grande trunfo, a capacidade de atrair o PMDB para uma aliança na disputa presidencial de 2010. Serra foi rápido no gatilho. Mostrou que pode atrair, também este partido, sem rifar a aliança com o DEM.
O casamento entre Kassab e Quércia não é restrito apenas à disputa municipal em São Paulo. Não ocorreria se seu padrinho não fosse o governador José Serra. Pragmático como é, Quércia só optou por se aliar a um candidato que está em terceiro lugar nas pesquisas, porque obteve garantias.
A primeira dela tem o aval do governador José Serra, que lhe deu a certeza de que o cacique peemedebista terá prioridade como candidato a senador na chapa articulada pelos tucanos. Marta não pode fazer a mesma oferta, porque para o PT priorizará a candidatura de Aloísio Mercadante e ainda tem de compor seu leque para a segunda candidatura. Quércia era uma possibilidade, não uma certeza.
A segunda garantia é a de que o PMDB paulista passará a ocupar cargos do primeiro escalão do governo do Estado. Serra aproxima-se do PMDB com vistas a atraí-lo para sua candidatura presidencial em 2010. Nos cálculos do governador, é possível atrair para os seus planos outros cardeais peemedebistas, entre os quais Jarbas Vasconcelos, com quem mantém ótima relação.
Como em toda as batalhas, há ganhadores e perdedores em todos os movimentos no tabuleiro.
Até há pouco Quércia fazia o papel da noiva cobiçada pelos três principais contendores da disputa paulistana, Geraldo Alckmin, Gilberto Kassab e Marta Suplicy. A aliança com Serra e Kassab lhe foi, sem dúvida, a mais atrativa.
Nesta nova situação o grande ganhador é a dupla Serra-Kassab. Inegavelmente, a aliança com o cacique peemedebista turbina a candidatura de Kassab, não só por dobrar o seu tempo televisivo, mas porque estimula, até pela força da inércia, a atração de outros partidos como o PP e o PR. Para uma candidatura que estava estacionada em terceiro lugar, é um grande feito o fato novo criado. Ele inverte a lógica de quem deveria abrir mão da candidatura no campo do DEM-PSDB. Agora a chances de o atual prefeito desistir de sua reeleição são zero. A discussão passa a ser não quem detém mais intenções de voto e sim sobre quem amplia mais o bloco anti-lulopetismo, em São Paulo e no plano nacional.
Marta perdeu, claro. Acreditava que o PMDB cairia no seu colo, pela atração irresistível do Palácio do Planalto. Leia-se, Lula. Surpreendida e derrotada pelos fatos, terá de buscar um novo arco de alianças.
O grande perdedor é Geraldo Alckmin. O tucano passa a ter, contra si, as máquinas governamentais nos plano estadual e municipal. Se já eram imensas as divisões dos tucanos, agora elas aumentarão mais ainda, por sair fortalecido o setor do PSDB, nada inexpressivo, que defende o apoio a Kassab. Mesmo que consiga superar esta adversidade, Alckmin terá que perder tempo precioso para debelar o fogo amigo. Que fato novo ele poderá criar? A antecipação do lançamento de sua candidatura é um deles. Mas pode ser insuficiente para tirá-lo do canto do ring.
O tucano terá ainda que travar uma batalha paralela com Marta Suplicy, para ver quem consegue o apoio dos partidos que compõem o “bloquinho”- PDT, PSB e PC do B. Aqui ele parte em desvantagem. Depois de perder Quércia, a petista pedirá socorro a Lula, para que ele pressione estes partidos a compor com a ex-prefeita. A caneta presidencial e a chave do Tesouro têm peso mais do que expressivo. Claro, Geraldo Alckmin tem ótimas relações com o PSB de Márcio França e com o PDT de Paulinho da Força. Isto ajuda, mas pode não ser o suficiente.
Pitacos não cai no jogo fácil de torcidas. A resposta a quem é o melhor candidato não está posta nesta nota, mas sim a análise dos movimentos no tabuleiro de xadrez.
Geraldo Alckmin pode reverter o jogo? É possível. Não está em xeque-mate. Há peças a movimentar. No entanto, sair de um xeque de rainha e cavalo e retomar a iniciativa não são tarefas nada fáceis.
Escrito por pitacos às 13h25
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Pitacadas ( nº34 23/04/2008 )

Isabella
Está fora do foco (e da competência) deste blog opinar e analisar o caso de Isabella, a criança assassinada em São Paulo.
Levantamos uma questão geral, preocupante. As investigações tornaram-se um show midiático, por todas as partes, quase sem exceção. Chegou-se ao cúmulo da Polícia convocar entrevista coletiva para apresentar os laudos e pareceres, quando ainda estavam incompletos. Até peritos legais contrabandeiam informações para a mídia. O promotor do caso quer transformar-se em popstar. Todo dia está nas rádios e televisões. Interpreta e dá pareceres sobre uma denúncia que ainda não está completa e formalizada. Surrealismo.
A mídia “espetaculosa” está no seu papel. Quer telespectadores, ouvintes e leitores. É assim, em casos semelhantes, em qualquer lugar do planeta. No nosso caso, até mais, por se tratar de um caso que lida com os sentimentos humanos mais básicos. De uma só vez, reúnem-se inseparavelmente paternidade, maternidade, criança, família e bestialidade.
Os advogados de defesa e os acusados têm o direito de seguir o roteiro que acharem melhor. A exposição máxima de suas teses, acreditam, pode lhes trazer de volta ao menos o purgatório.
Qual o problema?
A atuação do Estado, via a Polícia e o Judiciário, como vem acontecendo, é perigosa para a consolidação da democracia. São tantas as trapalhadas e supostas ilegalidades, que não está afastada a possibilidade do processo ser desmontado na sua fase judicial, não pela prova de inocência de quem quer seja, mas por vícios no processo.
Se isto acontecer, quem perde mais? Perdem a democracia e a República, para as quais a Polícia e o Judiciário devem associar, inseparavelmente, a competência e o respeito da população.
É a hora das chefias e corregedorias chamarem à razão os candidatos a celebridades “por dez minutos”. Parcialmente isto começa a acontecer. Antes mais tarde, do que nunca.
Indefinição democrata
As primárias democratas nos Estados Unidos estão virtualmente empatadas. Barack Obama fez mais delegados do que Hillary Clinton. A diferença pró o senador de Illinois é de cerca de 100 delegados. Em contrapartida, a senadora de Nova Iorque ganhou nos estados mais importantes e populosos.
O último grande estado, a Carolina do Norte, realizará suas primárias no começo de maio. Se Hillary Clinton vencer por pouco, ou se perder, Barack Obama será o indicado pelo Partido Democrata. Se vencer por uma diferença na faixa dos dois dígitos percentuais, a decisão irá para a Convenção.
O quadro segue indefinido, porque tudo indica que um ou outro candidato chegará à Convenção com pouca vantagem em número de delegados obtidos. Nesse quadro, quem decidirá serão os super-delegados. Como estes não estão amarrados, as previsões passam a ser exercício de futurologia.
A campanha de Hillary Clinton tem se pautado por ser mais de centro, no espectro norte-americano. Ela se apresenta, literalmente, como a continuidade do marido, o ex-presidente Bill Clinton.
Barack Obama é um enigma, por não ter experiência em executivos e por ter uma vida parlamentar muito pequena. O centro de sua campanha tem sido sua demarcação da política e dos políticos tradicionais. Aparece como mais inclinado à esquerda do que Hillary. Tem defendido posições internacionais corajosas, tais como a retirada total das tropas americanas do Iraque em até um ano e a abertura, sem pré-condições, das negociações com os atuais dirigentes cubanos. É cuidadoso nas questões do Oriente Médio, mas já acena com mudanças no alinhamento incondicional com Israel. A comunidade judia se divide. Sua parcela liberal, que não é pequena, “obanou”.
Um traço relevante de Barack Obama é o que se chama, por lá, de carisma. Para se fazer uma idéia, a grande maioria dos comitês da senadora é de militantes pagos, com materiais de campanha também pagos.
Multiplicam-se aos milhares os comitês voluntários pró-Obama, formados sobretudo por jovens entusiasmados, que se cotizam, fazem e divulgam seus materiais de campanha. A força do senador na juventude universitária e na intelectualidade tem repetido o fenômeno dos Kennedy, nos anos 60. Seus discursos tocam muito no imaginário, no sonho americano de igualdade de oportunidades, no absurdo de separar pessoas pela cor da pele, na Estátua da Liberdade e por aí segue. O centro da propaganda é sempre o “Let’s Change” (vamos mudar), associado ao “Yes, it’s possible” (sim, é possível). O Youtube está abarrotado de milhares de produções independentes, de todo tipo, pró Obama. É “chique” estar com ele, seja lá o que isso queira dizer.
Como já escrevemos numa nota passada, Pitacos, é claro, não vota nas primárias americanas. Mas que tem um viés claramente pró o senador de Illinois, ninguém duvide.
Escrito por pitacos às 16h38
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O enigma paraguaio
Após 60 anos, os colorados foram apeados do poder no Paraguai. Eles foram os responsáveis por diversos governos corruptos e serviram de base de sustentação da ditadura de Stroessener. Há, portanto, um vento de mudança no país vizinho, o que não deixa de ser positivo.
O presidente eleito, Fernando Lugo, é o novo enigma de uma América do Sul já conturbada. Ex-bispo e adepto da teologia da libertação, Lugo chegou ao poder tendo como carro-chefe de sua campanha a bandeira da renegociação do tratado da Itaipu Bi-nacional. Por este tratado, o Brasil compra, a preço de custo, quase toda a energia de Itaipu de propriedade do Paraguai. Que ele é um homem de esquerda, não há dúvidas. Mas resta a indagação se ele está mais para Chávez e Evo Morales ou mais para Vasquez Taboré e Michelle Bachelet.
Uma coisa foi o seu discurso de campanha, onde o discurso do “anti-Brasil” esteve fortemente presente. Registre-se que historicamente os paraguaios sempre viram o Brasil como o responsável pelo seu atraso e miséria. E cá para nós, ao longo da história cometemos alguns pecados, como os da guerra do Paraguai. Outra coisa é como ele se conduzirá no poder, se pela linha do confronto ou pela via da negociação.
É cedo para decifrar o enigma, até porque Lugo teve o apoio de uma frente heterogenia que tem de tudo. Tem forças que enxergam o Brasil como um país “imperialista”, mas há também setores moderados que não apostam no confronto. E as primeiras declarações do presidente eleito não confirmam a avaliação de que ele é o cão chupando manga ou um novo Evo Morales. Aliás, sensatamente já descartou a adoção de qualquer medida unilateral para resolver o contencioso de Itaipu. Ou seja, nada de fazer o que Morales fez, ao encampar as refinarias da Petrobrás.
Não há nada demais querer rediscutir valores de contratos. O que não se pode é rompê-los de forma unilateral. É compreensível que os paraguaios queiram uma participação maior no bolo gerado por Itaipu. Outra coisa é se o Brasil atenderá a tal pleito, ou qual o grau de concessão que fará. Claro que Itaipu foi construída exclusivamente com o dinheiro do Brasil, o que serve de justificativa pela compra a preço de custos da energia paraguaia. Mas já se vão 35 anos que isto ocorreu. Entendem os paraguaios que é hora de eles terem uma participação maior.
É isto que deve ser discutido na mesa de negociação. Seja através da intermediação de um país vizinho, seja, no limite, nos fóruns internacionais como o Tribunal de Haia. Estes fóruns existem exatamente para isto. Para dirimir, pela via pacífica, conflitos entre países. Vamos a uma verdade acaciana: compete ao governo brasileiro defender os interesses do nosso país. E Ao do Paraguai defender os interesses dos paraguaios. Que cada um faça o seu, mas sempre pela via do entendimento.
Lugo tem outra tarefa espinhosa pela frente. Como administrar a tríplice fronteira, um terreno aberto ao contrabando e de uma forte presença de islâmicos. O Paraguai tem acordo firmado com os Estados Unidos que permite a presença de militares norte-americanos nesta área. Esperamos que ele não seja atacado por anti-americanismo pueril e não rompa este acordo, como o fez, por exemplo, Rafael Correa, assim que se elegeu presidente do Equador.
O novo presidente do Paraguai também deu sinais que buscará uma maior aproximação com o Uruguai, por considerar que os dois países são os “primos pobres” do Mercosul e que precisam ter mais peso na região. É melhor que ele trilhe este caminho e que busque também uma aproximação com o Chile de Michelle Bachelet. A tragédia seria se ele buscasse uma aliança privilegiada com Chávez, Rafael Correa e Evo Morales. Felizmente, esta não parece ser a hipótese principal e é absolutamente precipitado considerar Lugo como mais um agente da desestabilização da América do Sul.
Escrito por pitacos às 10h27
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Raposa do Sol e os Militares
Concordamos com Arthur Virgílio. O general Augusto Heleno, comandante militar da Amazônia, errou na forma e acertou no conteúdo. Declarações públicas de militares sobre questões políticas sempre trazem uma carga de tensão, particularmente quando militares direcionam críticas ao presidente da República, a quem devem obediência. Todas as Forças Armadas do mundo estão organizadas tendo com vértice o princípio da hierarquia e quando ela é quebrada podem surgir crises.
Também foi negativa a nota de apoio do DEM ao general Augusto Heleno, que só jogou mais lenha na fogueira, assim como o apoio dado pelo PDT. Tudo isto passa a impressão de que estão de volta as vivandeiras, que no passado prestaram desserviço ao país e estimularam crises militares de proporções graves. Para a democracia, interessa que nossas Forças Armadas continuem mantendo o comportamento que assumiram desde a redemocratização de 1985, voltadas exclusivamente para suas funções profissionais e para cumprir o papel determinado por nossa constituição.
Feitas estas ressalvas, vamos ao problema maior. A criação da reserva Raposa do Sol foi uma enorme bobagem cometida pelo governo Lula. Uma espécie de doença infantil do esquerdismo, como Lenin gostava de afirmar. Lula foi engabelado por Márcio Thomaz de Bastos, então ministro da Justiça, e agora está com um verdadeiro abacaxi nas mãos. Nada justifica a constituição de uma reserva de terras contínuas em uma área de fronteira sensível, onde existem conflitos em países vizinhos. No limite, a criação da reserva põe em risco a própria existência de Roraima como Estado, pois quase 50% de suas terras serão reservas indígenas.
Contra a criação de uma reserva contínua, se levantaram várias vozes, inclusive de membros do governo e de sua base. A própria Casa Militar de Lula na época posicionou-se contrariamente. Não estamos, portanto, entre uma questão entre governo e oposição, mas sim diante de um fato grave que pode comprometer o controle do país sobre o seu próprio território. Isto é tão mais grave quando levamos em consideração que a região amazônica é vulnerável à ação do narcotráfico e outras organizações criminosas.
Este é o motivo da insatisfação militar com a criação da reserva Raposa do Sol. O general Augusto Heleno não é uma voz isolada e suas palavras traduzem o pensamento dos oficiais lotados no Comando Militar da Amazônia. O mesmo pensamento foi expresso também pelo chefe do Estado Maio do Exército Leste e a posição do general foi apoiada membros do Clube Militar. Há, portanto, um contencioso que não será resolvido apenas com o enquadramento do comandante militar da Amazônia.
O quadro é mais grave quando se leva em consideração que a Amazônia é palco de vários conflitos e que há um desaparelhamento das Forças Armadas até para garantir o controle de nossas fronteiras. Basta ler a matéria do Estadão de ontem, segundo a qual apenas 17 soldados tomam conta de uma fronteira de mais de mil quilômetros. Falta tudo, armas modernas e meios de transportes.
Claro que contribui para a insatisfação dos militares a leniência do governo Lula com o desrespeito à lei cometido pelo MST e outros movimentos sociais que atuam na Amazônia. Um prefeito e militantes petistas estimulam e lideram invasões à ferrovia da Vale do Rio Doce e nada acontece com eles. E, pasmem, as ações do MST são respaldadas pelo ministro do Desenvolvimento Agrário, para quem as ações dos Sem Terra contribuem para a democracia!
A reserva Raposa do Sol é mais gasolina na fogueira. É bom Lula parar de brincar com fogo e encontrar uma solução, antes que novas insatisfações militares venham á luz do dia.
Escrito por pitacos às 10h58
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